sexta-feira, 20 de maio de 2011

Os modos de vida e culturas dos bosquímanos

produção de texto

O filme tem início no deserto kalahari,no botswana,junto á ÁFRICA DO SUL,numa pacata e semi-desértica paisagem,coberta por uma vegetação arbórea esporsa,mostrando uma cena da vida quotidiana de um grupo de bosquímanos que decorre calmamente.
Rimo-nos muito deste ingênuo bosquímano,tão radicalmente de nós a vários níveis:
no seu aspecto físico,na linguagem que utiliza,caracterizada pela emissão de um certo número de sons semelhantes a (cliques),na forma de''ver'' o mundo que o rodeia,interpretando de uma maneira sui generis as situações mais triviais,nas suas convicções, nas suas atitudes e comportamentos.
E no lugar de mostrar o drama de nosso dia-a-dia,faz comédia através dos olhos ingênuos de quem conhece realmente a simplicidade.
Eles vivem praticamente da caça e da pesca que é muito comum na tribo dos bosquímanos,as técnicas utilizadas pelos bosquímanos garantem sua sobrevivência.

Alunas: Ana kelly e Kelly anny

os deuses estao loucos

Os deuses devem estar loucos



Um dia, de um avião de passagem, o piloto deita fora uma garrafa de vidro de coca cola e inicialmente esse artefato estranho parece ser um presente dos deus, com muitos usos a serem descobertos. Mas na tribo, os conflitos foram aumentando, já que há somente um frasco para dividir entre todos da tribo. Então, decide-se que o frasco deve ser jogado fora do planeta. Xi se oferece para a tarefa, e enquanto viajava para cumpri-la, ele encontra membros da civilização ocidental pela primeira vez. O filme apresenta uma visão diferente da civilização vista por Xi.
Xi acidentalmente encontra um lugar chamado janela dos deuses e chamou a esta de Transval Oriental, a africa do sul (hoje ipu malanga), e atira a garrafa de lá. Aquela região está entre as escarpas das terras altas e terras baixas da África do Sul. Então Xi descobriu que havia uma camada contínua de nuvens que obscureciam a paisagem lá embaixo, dando uma ilusão e convencendo Xi de que era lá que ele devia jogar o frasco.








Aluna:Andreza dos santos Guimarães
serie:8°a
professor:lázaro

o jeito de vida dos bosquimanos

Os deuses devem estar loucos



No filme a vegetação,é bastante seca com arvores e mato,os bosquimanos se vestiam só com uma tanga feita por pele de animais que eles caçavam,ao contrario do homem de hoje as roupas são feitas de algodão e sapatos são comprados,eles não usam dinheiro nem para comer,beber,se vestir ou mesmo para as coisas de casa: como luz,água,etc. Bem diferente de nós,pois precisamos de dinheiro para tudo,para comida,roupas e coisas domesticas.
Não usam carros só andam a pé,não tem tecnologia,ou melhor não conhecem tecnologia,o mundo,os carros,computadores,celulares,enfim,os aparelhos eletrônicos.
Eles não são como nós que é ir ao açougue e mercearias para comprar nossos alimentos,
eles são diferentes, eles caçam utilizam um sumo de um planta para adormecer os animais eles fazem suas “roupas “ com a pele desses animais chamadas tangas.
São pessoas q não conhecem o mundo pra eles o mundo e so a quele lugar q eles vivem é pronto não sabem nada praticamente .

Monara e rafaela
VIDA DOS BOSQUIMANOS

A região habitada pelos bosquimanos é extremamente seca e se encontra na savana africana,coma animais adaptados ao clima africano.
São extremamente unidos,usam os animais pra sua sobrevivência a cultura é bem diferente pois homens de hoje em dia usam ,por exemplo, roupas ,já os bosquimanos não, eles vivem praticamente nus,eles moram em pequenas"cabanas" e quando matam os animais pedem desculpas a eles depois de mortos.
A convivência dos bosquimanos em relação a convivência do 'homem' moderno é bem diferente. Os bosquimanos agem unidamente enquanto homens modernos não são tão unidos agem pelo egoísmo e por 'competições'.Os bosquímanos é como se fossem uma grande família. Os bosquimanos não transformam a paisagem natural em que vivem radicalmente , no máximo é matar animais para a sobrevivência e as vezes extração de arvores para a adaptação.

Mylene e Raquel
8°ano A

A vida dos Bosquímanos

Os Bosquímanos vivem em núcleos de 20 a 100 indivíduos. No Verão agrupam-se onde há água. Dispersam-se na época das chuvas. É a mulher que decide quando e como se devem mover os acampamentos.
Cada família trata da própria comida. As mulheres recolhem frutas, raízes, insectos e animais pequenos, como formigas, gafanhotos, lagartos, tartarugas e sapos. Providenciam a lenha para o fogo. Fazem lume friccionando a ponta de um pau numa madeira lisa.
Os homens são caçadores. Usam o arco e a flecha, varas e armadilhas. Depois de atingir o animal, pedem-lhe desculpa. Explicam-lhe que as suas famílias precisam de carne. Se perseguem um animal ferido em territórios vizinhos, devem visitar quem lá vive e partilhar com eles da caça.
Aproveitam tudo do animal: comem a carne e bebem o sangue. Com a pele fazem a roupa. Com os ossos constroem flechas e lanças.
As sociedades bosquímanes não têm leis, polícias, juízes, patrões nem chefes hereditários. Os indivíduos influentes destacam-se pelas habilidades ou pelo poder de persuasão. A regra principalmente a solidariedade. Todos cuidam das crianças, dos idosos e dos doentes. Os conflitos resolvem-se com um torneio de anedotas. Se não for suficiente, passa-se a uma luta ou dança ritual. É raro recorrerem às armas.


Aluno: matheus pereira Gonçalves e Ricardo candido

OS BOSQUÍMANOS

Os Bosquímanos vivem em núcleos de 20 a 100 indivíduos. No Verão agrupam-se onde há água. Dispersam-se na época das chuvas. É a mulher que decide quando e como se devem mover os acampamentos.
Cada família trata da própria comida. As mulheres recolhem frutas, raízes, insectos e animais pequenos, como formigas, gafanhotos, lagartos, tartarugas e sapos. Providenciam a lenha para o fogo. Fazem lume friccionando a ponta de um pau numa madeira lisa.
Os homens são caçadores. Usam o arco e a flecha, varas e armadilhas. Depois de atingir o animal, pedem-lhe desculpa. Explicam-lhe que as suas famílias precisam de carne. Se perseguem um animal ferido em territórios vizinhos, devem visitar quem lá vive e partilhar com eles da caça.
Aproveitam tudo do animal: comem a carne e bebem o sangue. Com a pele fazem a roupa. Com os ossos constroem flechas e lanças.
As sociedades bosquímanes não têm leis, polícias, juízes, patrões nem chefes hereditários. Os indivíduos influentes destacam-se pelas habilidades ou pelo poder de persuasão. A regra principalmente a solidariedade. Todos cuidam das crianças, dos idosos e dos doentes. Os conflitos resolvem-se com um torneio de anedotas. Se não for suficiente, passa-se a uma luta ou dança ritual. É raro recorrerem às armas.

Apreciam a música, o canto e as danças rituais e de diversão. A dança do fogo e a do antílope são as mais espectaculares.
Enterram os mortos em posição fetal. Deixam junto do cadáver os bens dele. Permanecem longe da sepultura durante um ou dois anos.





Aluno:Phellipe Willian De Oliveira
Professor:Lazaro
INSTITUTO MATILDE MARGOM VAZ

A COMÉDIA DOS DEUSES''

É uma comédia simples e absurda; que levou quatro anos para ser lançada nos Estados Unidos, mas quando foi, marcou um recorde de bilheteria apresentando um roteiro um tanto sui generis. Indubitavelmente é uma boa comédia, que foi produzida com um baixo orçamento, assim como tantas outras. O seu diferencial está no absurdo de nos fazer rir de nós mesmos; não por palhaçadas impossíveis, mas exatamente por mostras situações inéditas.
Não sei se a metáfora de Jamie Uys surpreendeu ou atingiu os objetivos, a questão é que o filme foi aclamado, repudiado (tendo sido banido de Trinidad e Tobago por ser considerado racista) e virar objeto para vários estudos sociais e antropológicos.Como uma simples comédia africana, que tem como protagonista um autêntico bosquímano (que nunca tinha tido contato com a civilização moderna e nunca tinha praticado nenhum tipo de representação, nem na sua cultura), um orçamento baixo e pouquíssima divulgação pode criar tamanha repercussão? O motivo foi a sagacidade de Uys ao mostrar o ‘desenvolvimento’ e a tentativa do homem que, em vez de simplificar a sua vida, só a torna mais complexa, obrigando-o a reinventar-se. E, no lugar de mostrar o drama do nosso dia a dia, faz comédia através dos olhos ingênuos de quem conhece realmente a simplicidade.O filme começa no deserto do Kalahari, no Botswana, junto à África do Sul, numa pacata e semidesértica paisagem, coberta por uma vegetação arbórea esparsa, mostrando uma cena da vida quotidiana de um grupo de bosquímanos; um povo que vive (ou vivia na época do filme) alheio ao estilo de vida do homem moderno. Tudo calmo e tranqüilo até Xixo achar uma garrafa de Coca-Cola (das antigas e tradicionais de vidro). Curiosos sobre o item e incapazes de compreender o seu surgimento, o povo que nunca tinha visto semelhante material, consideraram que o mesmo foi enviado pelos Deuses.
Como no ditado de ‘na terra de cego quem tem um olho é rei’, o mesmo ocorreu entre os bosquímanos que, por não terem nada, desconheciam o sentimento de inveja e posse. Um sentimento trazido junto com o presente dos Deus que todos queriam ter, disseminando assim a discórdia entre o grupo. De uma maneira lógica e simples Xixo decreta que o presente dos Deuses foi na verdade um descuido e que na verdade é uma ‘coisa má’ que deve ser devolvida (pois os Deuses não enviariam uma coisa para trazer infelicidade). Começa assim a saga do ingênuo bosquímano que procura o fim do mundo para devolver a ‘coisa má’.No decorrer do filme vamos acompanhando as cenas bobas da comédia e nos encantando pela figura pitoresca de Xixo, com sua linguagem cheia de ‘cliques’, suas interpretações simples, sua ingenuidade e seu eterno sorriso. Uma revolução e Xixo sorrindo e o que era para ser uma simples comédia, acaba se tornando um laboratório em tempo real de como olhamos o mundo do nosso ponto de vista, exatamente como bosquímano. Partimos dos nossos conhecimentos e preceitos para atribuir aos fatos seus significados de acordo com o que nós achamos apropriado, mesmo que a nossa interpretação esteja, de fato, completamente equivocada (como o significado do valor do dinheiro). Rimos de nós mesmos sem percebermos a quantidade de símbolos que o filme possui. O absurdo de querer ir ao fim do mundo devolver a ‘coisa má’ não é lógico, mas quando entendemos a quantidade de coisas que surgem em nossa vida, transformando-a e nos levando a desejar seu desaparecimento ou nossa incompreensão diante de sua existência, compreendemos que a garrafa do filme é uma analogia, um símbolo a tudo que é novo em nosso caminho que desestabiliza a nossa harmonia ou que nos obriga a nos adaptarmos. Numa forma expressa, clara e tênue, Uys mostra muito do que somos. Tanto quando percebemos os fatos pela nossa ótica, como a dificuldade de absorver a diversidade cultural, como problemas constantes e presentes em cada cultura.



ALUNAS:Andrezza Marques ,Karolyne Rodrigues,Vanessa Monteiro